Nem Dark Horse nem “O Filho do Brasil” teriam sido feitos sem dinheiro de patrocínio. O “filho (de quem?) do Brasil” foi patrocinado por Odebrecht, OAS, Camargo Correa, JBS, et caterva. O Dark Horse pelo Vorcaro e mais uma galera (não sei se o patrocínio do Master já está confirmado, mas creio que sim).
Ambos errados, ambos espúrios, a despeito de tratarem de situações e personagens diferentes. Nem de longe Bolsonaro pode ser comparável a Lula em termos de desfaçatez, mau-caratismo e corrupção.
Independentemente disso, a verdade é que ambos os lados dessa equação desprezaram o povo brasileiro e sua capacidade de entender a realidade.
Veja mais:
https://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/gargalhada-simbolo-crise-stf
