
O nível de “ideologismo” do ministério público às vezes mete medo. Em vez de criar as condições para que essa imensa riqueza beneficie o país e seus cidadãos, o MP atende a visões extremistas sobre ecologia, “mata” o desenvolvimento do país e não cria nada de bom no lugar. Há tecnologia suficiente para explorar petróleo sem comprometer o meio ambiente. É triste ver brasileiros trabalhando contra o país, sob a desculpa de ajudá-lo. Lembrar que petróleo não é nem metade combustível. É matéria prima para fertilizante, plásticos, e até aspirina…
Mitos Ecológicos
Temos, com certeza, ilhas inteiras de plástico nos mares, uma tristeza. Temos ainda uma China que polui muito, à carvão, mas que tem reduzido suas emissões bastante (visita minha recente, contrasta com outra, de 2008, em que foi clara a diferença de qualidade do ar). Temos ainda um aumento grande, recente, no uso da energia nuclear – a mais racional e limpa de todas, hoje. Temos um consumo de materiais reciclados grande, e crescente, que impede mais liberação de carbono na atmosfera.
Mas o grande problema é justamente esse: temos, ou não temos, um problema com o carbono liberado na atmosfera? As partes do dilema se detratam “à vera”, como se dizia na minha terra: um lado é catastrófico quanto ao uso da terra; outro minimiza o problema. Provavelmente nenhum dos dois lados tem razão. Mas CERTAMENTE, não serão decisões tomadas em gabinetes refrigerados em Washington ou Bruxelas que vão ajudar a melhorar a situação.
Tenho a clara imressão de que estamos sendo manipulados a acreditar numa catástrofe maior do que existe. Mudanças no clima vão e vêm, impactam em direção ao aquecimento e ao esfriamento globais. Não me convenço, e claramente não tenho material científico isento e em quantidade suficiente pra tomar uma decisão.
Bias
Bias não são duas “beatrizes”… é uma “inglezice” pra “viés”, ou seja, tendência. Procuro não ter viéses, até por dever de profissão. No entanto me ponho sempre a perguntar por que certos assuntos se tornam tabus antes de termos a certeza científica sobre eles. Aliás, mesmo depois de uma certa “certeza” se estabelecer, qual é a dificuldade em deixar as pessoas crerem, e expressarem, em visões diferentes?
O caso da Covid-19 foi o mais absurdo, mas longe de ser o último. O tal “consenso científico” (que não existia na Covid nem existe quanto ao clima) foi empurrado goela abaixo da população. O tal Dr. Fauci, agora na berlinda, era “deus” e não admitia contestação alguma.
Há hoje, e antes já os havia, “deuses” do clima, que não admitem que fatos possam estar mesmo ligeiramente errados, ou ainda, claramente adulterados, como se comprovou em alguns casos recentes. Pesquisas manipuladas para chegar a certo resultado abundaram e estão sendo corrigidas (sem o devido alarido, que ocorreu quando de sua publicação) e demonstrando o nível de anti-cientificismo existente na… ciência.
A Foz do Amazonas
O petróleo da Amazônia não vai ser explorado na costa. Será lá no meio do mar, dentro da zona de influência do caudal do rio, mas sem qualquer chance de influenciar o território. Mas isso parece ser irrelevante. Poderíamos gerar centenas de milhares de empregos na região, e ser os “Emirados Molhados” do mundo.
A ingerência do MP trava tudo, tudinho, até que alguma outra medida judicial se interponha e sobreponha. O atual governo fala muito sobre o assunto, mas sua ministra do meio ambiente, Marina Silva, é radicalmente, xiitamente, ecologista. Até entendo isso. Só não entendo burrice. Mas num país de tanto malaco, meliante e corrupto, entendo que Marina tenha lá seus medos. Mas daí a brecar todo o desenvolvimento de uma região sem a devida análise que o caso demanda, parece até antipatriótico.
Bom, vejamos as cenas dos próximos capítulos. Fica essa reflexão para a posteridade…
