Acordo para um país novo… pior, envelhecido, sujeito uma vez mais ao arbítrio daqueles que “tomam o poder, o que é diferente de ganhar eleições”, no dizer do mestre das trevas, Zé Dirceu.
Acordo para um país mais triste, em que já cedinho, a bolsa (futuros) entra em “circuit break” (linguagem do mercado para paralisação forçada das negociações por exacerbação de expectativas negativas). Ou seja, o cumprimento da profecia de reeleiçao de “painho” faz a economia tremer.
Acordo para um país mais pobre – de ideias, de esperança, de expectativas positivas.
Em suma, acordo para um país mais desesperançado, triste, um país que dá exemplo de como não decidir. Há uma semana eu fui o único, de um grupo de bem-informados empresários, que cravou a vitória de Lula nas eleições. A razão é simples: não há democracia aqui; há um arremedo de eleição, favas contadas, via algoritmo ou via manipulação da opinião pública; ou seja, eleições em que se faz “o diabo” literalmente.
Ah, Brasil… se eu não cresse num Deus todo-poderoso, que mantém alguém no poder até quando Sua vontade seja estabelecida… Ah, se eu não cresse que esse mesmo Deus fez esse país uma força missionária, um celeiro de talentos para o Seu Reino… Ah se eu não cresse, afinal das contas, que “ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque Tu estás comigo“.
No fundo, no fundo, o Brasil vai com mais velocidade para o fundo desse poço moral, econômico, político.
Dê-nos resiliência, Senhor!
