Li hoje sobre o estelionato eleitoral perpetrado pelo Lula, aumentando o Bolsa Família. No fundo, Bolsonaro fez mais ou menos o mesmo na eleição passada, e nós, conservadores, não podemos nos esquecer disso. Somos conservadores justamente porque não podemos e não devemos nos igualar nem moral nem intelectualmente à esquerda, que faz “o diabo” para ganhar uma eleição. E depois, claramente, faz o diabo para manter-se no poder, a qualquer custo, ainda que seja às custas da democracia (como aliás, acusaram o Bolsonaro, injustamente, neste caso).
O link abaixo é bastante ilustrativo com relação ao novo estelionato que estamos vivendo hoje, a menos de 1 mês das eleições.
Pois bem, eu, pessoalmente sou a favor de um programa de Imposto de Renda negativo, que serviria como uma rede de proteção social geral, com regras claras e definidas. Não ganhou, recebe de volta.
Sou frontalmente contra qualquer programa tipo “Bolsa Isso e Aquilo”. Mas há diferença entre um programa de renda mínima baseada em um IR negativo? Sim, há. E muita. O IR negativo serve como uma complementação, no valor suficiente e necessário para que cada cidadão (pagante de imposto, tecnicamente) tenha um renda mínima. Só ocorre se o sujeito for em tese contribuinte de IR. Se é, e ficou cm renda abaixo do mínimo, o fisco completa até que chegue lá.
O Bolsa Isso e Aquilo é uma armadilha, dada indiscriminadamente a qualquer um, e que escraviza o sujeito, como diria Luiz Gonzaga – torna o sujeito sem vergonha.
“Mas, doutor, uma esmola a um homem que é são, ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão”.
No Brasil de hoje, só vicia o cidadão. A esmola, para homem são, virou “direito” e reconhecimento de que a sociedade “lhe deve” por ser o que é. É o cidadão hipossuficiente, ainda que são, exigindo direitos que não teria numa sociedade meritocrática e justa (com as exceções óbvias e havidas em cada local)…
